A Sharp é a mais recente marca a apostar numa ‘experiência personalizada’ para os seus terminais Android. Assumindo que a plataforma móvel da Google, na sua versão nativa, não oferece uma experiência de utilização diferenciadora (pelo menos face aos restantes fabricantes Android), a Sharp contratou a Frog para a criação de uma Interface alternativa que permitisse dotar os seus produtos de uma identidade própria.
Uma das queixas mais comuns entre os utilizadores de terminais Android é a sua desnecessária complexidade. Tal como acontecia antigamente com o Windows Mobile, o Android dispõe de demasiadas opções, parametrizações e personalizações o que torna a plataforma difícil de usar na sua totalidade. Já o iOS da Apple prima pela simplicidade e acaba por ser usado de uma forma ampla e abrangente.

O Feel UX criado para a Sharp é muito mais simples e intuitivo de usar se bem que algumas das opções estéticas não agradem a todos.
Um dos pontos melhor conseguidos é o novo lockscreen que permite agora o acesso directo à câmara, às fotos e até a alguns widgets sem se ter que desbloquear obrigatoriamente o dispositivo.
Uma vez desbloqueado o terminal, a plataforma divide-se em três blocos (na linha do que a Nokia criou para o seu modelo baseado no MeeGo) que albergam widgets, atalhos e as aplicações instaladas.

A nova Interface da Sharp será introduzida nos próximos elementos da gama AQUOS e a sua distribuição deverá estar limitada, na fase inicial, ao Japão e a alguns países asiáticos envolventes.
Uma das queixas mais comuns entre os utilizadores de terminais Android é a sua desnecessária complexidade. Tal como acontecia antigamente com o Windows Mobile, o Android dispõe de demasiadas opções, parametrizações e personalizações o que torna a plataforma difícil de usar na sua totalidade. Já o iOS da Apple prima pela simplicidade e acaba por ser usado de uma forma ampla e abrangente.

O Feel UX criado para a Sharp é muito mais simples e intuitivo de usar se bem que algumas das opções estéticas não agradem a todos.
Um dos pontos melhor conseguidos é o novo lockscreen que permite agora o acesso directo à câmara, às fotos e até a alguns widgets sem se ter que desbloquear obrigatoriamente o dispositivo.
Uma vez desbloqueado o terminal, a plataforma divide-se em três blocos (na linha do que a Nokia criou para o seu modelo baseado no MeeGo) que albergam widgets, atalhos e as aplicações instaladas.

A nova Interface da Sharp será introduzida nos próximos elementos da gama AQUOS e a sua distribuição deverá estar limitada, na fase inicial, ao Japão e a alguns países asiáticos envolventes.
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