Foi em 2008 que o Instapaper fez a sua primeira aparição, na altura como uma solução para iPhone que permitia reduzir o impacto da falta de ligações 3G no dispositivo. Esta aplicação permitia recolher vários artigos online usando uma ligação WiFi armazenando-os localmente para mais tarde serem consultados sem qualquer tipo de ligação à Internet.

Quatro anos mais tarde a aplicação chega ao Android não sem antes o seu criador ter afirmado que nunca o iria fazer. Independentemente da mudança de decisão, a chegada do Instapaper ao Android é uma boa notícia para os seus utilizadores.
A aplicação é paga – custa $2.99 – mas oferece um conjunto de funcionalidades que fazem dela uma solução incontornável para quem tem o hábito de consultar informação recolhida antecipadamente a partir das suas fontes preferidas.
Entre as funcionalidades mais relevantes destacam-se a optimização dos conteúdos para serem consultados em smartphones ou tablets, a possibilidade de se ajustar o tamanho da letra, a cor de fundo, o brilho do ecrã e ainda a capacidade de exportar os artigos guardados para um servidor corporativo.

Quatro anos mais tarde a aplicação chega ao Android não sem antes o seu criador ter afirmado que nunca o iria fazer. Independentemente da mudança de decisão, a chegada do Instapaper ao Android é uma boa notícia para os seus utilizadores.
A aplicação é paga – custa $2.99 – mas oferece um conjunto de funcionalidades que fazem dela uma solução incontornável para quem tem o hábito de consultar informação recolhida antecipadamente a partir das suas fontes preferidas.
Entre as funcionalidades mais relevantes destacam-se a optimização dos conteúdos para serem consultados em smartphones ou tablets, a possibilidade de se ajustar o tamanho da letra, a cor de fundo, o brilho do ecrã e ainda a capacidade de exportar os artigos guardados para um servidor corporativo.
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