Apesar do enorme investimento em publicidade que a Microsoft tem feito com o objectivo de dinamizar a plataforma Windows Phone 7, as vendas continuam a ser muito inferiores ao esperado e desejado. Somente a Nokia e a ZTE continuam a apostar de uma forma sólida na plataforma móvel da Microsoft já que praticamente todos os outros fabricantes decidiram esperar pelo Windows Phone 8.
Segundo o Digitimes, os principais fabricantes de Taiwan estão a exigir uma maior flexibilidade para o Windows Phone que lhes permita introduzir alterações na interface e criar aplicações menos limitadas. As restrições colocadas pela Microsoft, que afectam todos os fabricantes com excepção da Nokia, estão a impedir que estes criem produtos diferenciadores. Sem algum grau de diferenciação entre dispositivos, para além do design exterior, está a ser extremamente complicado para estes fabricantes conseguirem promover os terminais Windows Phone terminando por se terem que se cingir apenas ao Android onde a margem de progressão é bastante grande.
A aposta na diferenciação através de aplicações exclusivas, abordagem que está a ser adoptada pela Nokia e pela HTC, não está a surtir o efeito desejado uma vez que a plataforma ainda é muito pouco conhecida no mercado e o utilizador comum é incapaz de saber, quando se dirige a uma loja, qual as vantagens de um modelo sobre o outro.
A intransigência da Microsoft quanto às especificações e liberdade de personalização do Windows Phone, alegadamente para proteger a plataforma de uma eventual fragmentação, está a colocar imensas dificuldades para fabricantes e clientes na promoção, diferenciação e escolha dos modelos. Esta indefinição está a afastar vários fabricantes, casos da Sony, Huawei, ASUS e Motorola, e a condicionar a capacidade da plataforma se estabelecer por direito próprio no mercado.
Segundo o Digitimes, os principais fabricantes de Taiwan estão a exigir uma maior flexibilidade para o Windows Phone que lhes permita introduzir alterações na interface e criar aplicações menos limitadas. As restrições colocadas pela Microsoft, que afectam todos os fabricantes com excepção da Nokia, estão a impedir que estes criem produtos diferenciadores. Sem algum grau de diferenciação entre dispositivos, para além do design exterior, está a ser extremamente complicado para estes fabricantes conseguirem promover os terminais Windows Phone terminando por se terem que se cingir apenas ao Android onde a margem de progressão é bastante grande.
A aposta na diferenciação através de aplicações exclusivas, abordagem que está a ser adoptada pela Nokia e pela HTC, não está a surtir o efeito desejado uma vez que a plataforma ainda é muito pouco conhecida no mercado e o utilizador comum é incapaz de saber, quando se dirige a uma loja, qual as vantagens de um modelo sobre o outro.
A intransigência da Microsoft quanto às especificações e liberdade de personalização do Windows Phone, alegadamente para proteger a plataforma de uma eventual fragmentação, está a colocar imensas dificuldades para fabricantes e clientes na promoção, diferenciação e escolha dos modelos. Esta indefinição está a afastar vários fabricantes, casos da Sony, Huawei, ASUS e Motorola, e a condicionar a capacidade da plataforma se estabelecer por direito próprio no mercado.
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