Quando decidiu criar um tablet que pudesse rivalizar com o iPad da Apple, assente numa nova plataforma móvel, a RIM deu um grande passo em direcção ao futuro embora estivesse longe de imaginar as repercussões que teria no presente.
Numa altura em que os smartphones se medem pelos MHz do processador, pelas dimensões do ecrã táctil ou pela capacidade de fazer o mesmo que o iPhone, a linha Blackberry existente parecia estar desfasada e antiquada.
Com os esforços redireccionados para a nova linha de smartphones (mesmo comprometendo o lançamento da segunda versão do Playbook), a RIM conseguiu reconquistar a confiança do mercado. Para isso contribuiu a nova plataforma móvel – o Blackberry OS 7 – e uma nova linha de terminais que conjugam ecrãs tácteis com o formato tradicional dos terminais canadianos. Continuam a ser Blackberry, mas são Blackberry ‘novos’.

A RIM deu a conhecer mais dois elementos da gama Blackberry OS 7 que se juntam ao já conhecido Blackberry Bold 9900 (9930 para a versão CDMA), ficando a oferta centrada em três formatos: full touch, full touch com teclado QWERTY deslizante e formato tradicional (com ecrã táctil também).
Os novos Blackberry Bold (9900/9930) serão os terminais mais finos até hoje fabricados pela RIM (10.5mm de espessura), contarão com um processador Qualcomm a 1.2 GHz, ecrã táctil com resolução de 640x480 pixels, 8 GBytes de memória interna, câmara fotográfica de 5 MPixels com capacidade de gravação de vídeo HD (720p) e antena NFC. Esta base de hardware, excepção feita ao ecrã, é partilhada com os outros modelo apresentados.
A nova linha full touch, que reúne os antigos Torch original e Storm, está disponível em dois formatos: com teclado e sem teclado. O Blackberry Torch 9810 é o verdadeiro herdeiro da linha Torch e caracteriza-se por dispor de um ecrã táctil de 3.2 polegadas (480x640 pixels) enquanto que o par Blackberry Torch 9850/9860 dispõe de um ecrã de 3.7 polegadas com resolução de 480x800 pixels.
Apesar da RIM ter anunciado anteriormente que a sua gama futura de terminais viria equipada com tecnologia NFC, não é claro se os modelos full touch irão já contar com ela.
Novidade era também a nova plataforma móvel da RIM, o Blackberry OS 7, que aparece como uma evolução significativa em vários quadrantes relativamente à versão actual. A tecnologia Liquid Graphics tira partido do co-processador gráfico para acelerar o desempenho e a fluidez da interface que está bem mais animada e colorida.
Os processadores a 1.2 GHz ajudam a manter essa sensação de fluidez ao longo de todo o sistema operativo e permitem que aplicações que eram tipicamente ‘fracas’ nos Blackberry (caso do browser) tenham agora um desempenho convincente. O Browser foi também um dos elementos que mais beneficiou desta evolução e é finalmente capaz de ombrear com as mais recentes soluções da concorrência. Já o suporte para instruções e pesquisa por voz simplifica a utilização destes terminais em circunstâncias em que não é possível olhar para o ecrã.
De base é possível ainda contar com o Blackberry Maps 6.1, o Blackberry Messenger 6.0, Documents To Go Premium, Social Feeds 2.0, Facebook 2.0, Twitter for Blackberry 2.0, Windows Live Messenger, Google Talk, Music Storefront (service Amazon MP3), Blackberry Protect e Blackberry App Catalog.
Para a RIM este foi ‘o maior lançamento de sempre da empresa’, existindo já 225 operadoras móveis e distribuidores a nível global em fase de certificação dos novos modelos.
Numa altura em que os smartphones se medem pelos MHz do processador, pelas dimensões do ecrã táctil ou pela capacidade de fazer o mesmo que o iPhone, a linha Blackberry existente parecia estar desfasada e antiquada.
Com os esforços redireccionados para a nova linha de smartphones (mesmo comprometendo o lançamento da segunda versão do Playbook), a RIM conseguiu reconquistar a confiança do mercado. Para isso contribuiu a nova plataforma móvel – o Blackberry OS 7 – e uma nova linha de terminais que conjugam ecrãs tácteis com o formato tradicional dos terminais canadianos. Continuam a ser Blackberry, mas são Blackberry ‘novos’.

A RIM deu a conhecer mais dois elementos da gama Blackberry OS 7 que se juntam ao já conhecido Blackberry Bold 9900 (9930 para a versão CDMA), ficando a oferta centrada em três formatos: full touch, full touch com teclado QWERTY deslizante e formato tradicional (com ecrã táctil também).
Os novos Blackberry Bold (9900/9930) serão os terminais mais finos até hoje fabricados pela RIM (10.5mm de espessura), contarão com um processador Qualcomm a 1.2 GHz, ecrã táctil com resolução de 640x480 pixels, 8 GBytes de memória interna, câmara fotográfica de 5 MPixels com capacidade de gravação de vídeo HD (720p) e antena NFC. Esta base de hardware, excepção feita ao ecrã, é partilhada com os outros modelo apresentados.
A nova linha full touch, que reúne os antigos Torch original e Storm, está disponível em dois formatos: com teclado e sem teclado. O Blackberry Torch 9810 é o verdadeiro herdeiro da linha Torch e caracteriza-se por dispor de um ecrã táctil de 3.2 polegadas (480x640 pixels) enquanto que o par Blackberry Torch 9850/9860 dispõe de um ecrã de 3.7 polegadas com resolução de 480x800 pixels.
Apesar da RIM ter anunciado anteriormente que a sua gama futura de terminais viria equipada com tecnologia NFC, não é claro se os modelos full touch irão já contar com ela.
Novidade era também a nova plataforma móvel da RIM, o Blackberry OS 7, que aparece como uma evolução significativa em vários quadrantes relativamente à versão actual. A tecnologia Liquid Graphics tira partido do co-processador gráfico para acelerar o desempenho e a fluidez da interface que está bem mais animada e colorida.
Os processadores a 1.2 GHz ajudam a manter essa sensação de fluidez ao longo de todo o sistema operativo e permitem que aplicações que eram tipicamente ‘fracas’ nos Blackberry (caso do browser) tenham agora um desempenho convincente. O Browser foi também um dos elementos que mais beneficiou desta evolução e é finalmente capaz de ombrear com as mais recentes soluções da concorrência. Já o suporte para instruções e pesquisa por voz simplifica a utilização destes terminais em circunstâncias em que não é possível olhar para o ecrã.
De base é possível ainda contar com o Blackberry Maps 6.1, o Blackberry Messenger 6.0, Documents To Go Premium, Social Feeds 2.0, Facebook 2.0, Twitter for Blackberry 2.0, Windows Live Messenger, Google Talk, Music Storefront (service Amazon MP3), Blackberry Protect e Blackberry App Catalog.
Para a RIM este foi ‘o maior lançamento de sempre da empresa’, existindo já 225 operadoras móveis e distribuidores a nível global em fase de certificação dos novos modelos.
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