A próxima grande release do Windows irá quebrar com a linha condutora que vem sendo usada nos últimos 20 anos. Para além de vir a existir uma versão compatível com processadores ARM, outra estreia da próxima versão do Windows, que estará na base de uma nova geração de tablets, o próprio sistema operativo vai usar uma interface mais próxima do que pode ser encontrado no Windows Phone 7 do que do próprio Windows 7.
Continuará a existir a possibilidade de se aceder ao botão de Iniciar e até mesmo correr as aplicações actuais (só em computadores equipados com processadores Intel), mas a Microsoft está a definir uma nova orientação para os seus sistemas operativos.
No centro desta nova estratégia estão as WebApps, aplicações criadas com tecnologia Web (HTML + CSS + Javascript) e que têm a vantagem de serem compatíveis com as várias plataformas existentes (mesmo as concorrentes).
A existência de mais espaço no ecrã permite um aproveitamento diferente do mesmo, sendo possível colocar várias aplicações a correr lado-a-lado em simultâneo, perdendo-se as ‘janelas’ características das versões anteriores do Windows que são agora substituídas por painéis.
O sistema passa a ser essencialmente táctil, baseando a navegação e interacção com o utilizador em gestos e toques múltiplos no ecrã como já está a acontecer com a maioria das plataformas móveis. Depois de ter sido ultrapassada pela Apple e pela Google nas plataformas móveis, a Microsoft pretende evoluir a sua solução principal de forma a estar preparada para a chegada do Google Chrome (que é bastante parecido com este Windows 8) e a versão do MacOS para computadores ARM.
Continuará a existir a possibilidade de se aceder ao botão de Iniciar e até mesmo correr as aplicações actuais (só em computadores equipados com processadores Intel), mas a Microsoft está a definir uma nova orientação para os seus sistemas operativos.
No centro desta nova estratégia estão as WebApps, aplicações criadas com tecnologia Web (HTML + CSS + Javascript) e que têm a vantagem de serem compatíveis com as várias plataformas existentes (mesmo as concorrentes).
A existência de mais espaço no ecrã permite um aproveitamento diferente do mesmo, sendo possível colocar várias aplicações a correr lado-a-lado em simultâneo, perdendo-se as ‘janelas’ características das versões anteriores do Windows que são agora substituídas por painéis.
O sistema passa a ser essencialmente táctil, baseando a navegação e interacção com o utilizador em gestos e toques múltiplos no ecrã como já está a acontecer com a maioria das plataformas móveis. Depois de ter sido ultrapassada pela Apple e pela Google nas plataformas móveis, a Microsoft pretende evoluir a sua solução principal de forma a estar preparada para a chegada do Google Chrome (que é bastante parecido com este Windows 8) e a versão do MacOS para computadores ARM.
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