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Jul
Vodafone também entra na onda Android
por Pedro Ivo Faria huawei , android 2.1 , vodafone 360
Subsidiação. Esta é uma das palavras mais importantes na estratégia de qualquer uma das operadoras móveis nacionais. Portugal é um dos países onde a subsidiação dos terminais, contra um período de fidelização algo longo, é uma prática comum e uma das alavancas do forte crescimento da penetração dos smartphones no mercado nacional.

Para as operadoras a subsidiação é sempre um risco, já que estão a vender os terminais a um preço bastante baixo sem existir a certeza que o cliente irá cumprir o prazo acordado até ao fim. A capacidade de controlar o preço final dos smartphones sem assumir este tipo de risco levou as operadoras móveis a adoptar modelos fabricados por terceiros mas que exibem a sua própria marca.
Como bem provou o TMN Bluebelt, este género de smartphone pode ser facilmente convertido num sucesso comercial caso seja possível conjugar um preço baixo, funcionalidades e suporte para os serviços móveis das operadoras.



A Vodafone foi a última a apresentar um terminal de marca própria e, tal como a concorrência, fê-lo baseando-o na plataforma Android 2.1. O Vodafone 845 agora apresentado é fabricado pela Huawei e apresenta-se como um modelo de entrada de gama que tem no seu baixo preço o principal pólo de interesse.
O ecrã QVGA de 2.8 polegadas está ao nível do HTC Tattoo e é bem mais pequeno que o do TMN a1 ou Optimus Bóston, mas é compensado pela interface alternativa Vodafone 360 que se baseia essencialmente em ícones como acontece com o iPhone.
Pelo lado positivo há que referir o suporte para redes 3G/HSDPA, o receptor GPS integrado, conectividade Bluetooth e WiFi e ainda uma câmara fotográfica digital de 3.2 MPixels.

O preço de venda ao público, a partir do site da Vodafone e já com o desconto efectuado, situa-se nos € 129.90 mas os clientes mais regulares podem adquiri-lo por € 75 + 1125 pontos.




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