O vice-presidente do departamento de engenharia da Google e um dos homens fortes da plataforma Android foi entrevistado pelo New York Times onde abordar vários temas, desde a recente polémica iniciada por Steve jobs até à chegada do suporte total para o Adobe Flash na próxima versão do sistema operativo.
Na parte da conversa em que foi abordado acerca dos planos para a plataforma Android, a sua evolução e a possível chegada a Netbooks e Tables, Andy Rubin foi bastante cauteloso. Sem querer se comprometer com datas, o gestor do desenvolvimento do Android não deixou de realçar várias das vantagens da sua plataforma quando comparada com a da Apple.
Um das alavancas que a Apple teima em recusar e que poderá catapultar o Android é o suporte nativo para conteúdos Flash. A partir da versão 2.2, actualmente em desenvolvimento sob o nome de código Froyo (Frozen Yogurt), o Android passará a oferecer suporte completo para o Flash, o que marcará uma nova era no panorama das comunicações móveis.
Uma das limitações dos smartphones actuais é a sua incapacidade de oferecerem uma experiência de navegação na Internet equiparável à obtida nos computadores de secretária muito por culpa da ausência de um verdadeiro Flash player.
No que se refere ao desenvolvimento de aplicações, Rubin voltou a afirmar que a Google está empenhada em manter a plataforma aberta, o que neste caso significa que a equipa de desenvolvimento interna usa as mesmas ferramentas que estão disponíveis para o utilizador comum. Não há funcionalidades secretas que são aproveitadas apenas pelas aplicações oficiais como acontece com a Apple.
A marca da maça foi um dos temas de conversa, muito por culpa de Steve Jobs que recentemente alimentou a polémica em redor da existencial de um loja de aplicações e conteúdos para adultos na plataforma Android. A equiparação do Android a uma pornstore não é de todo lisonjeiro para a Google o que levou o responsável da empresa a comparar a forma como a Apple gere a sua plataforma com a Coreia do Norte. Alegando que o utilizador deve ter pelo menos a possibilidade de escolha, e quando esta lhe é retirada ‘as pessoas começam a ficar preocupadas. Olhem só como funciona a política. Ninguém gostaria de viver num regime como o da Coreia do Norte’.
Regressando ao seu sistema operativo, Rubin diz estar confiante que é uma questão de tempo até o Android ultrapassar o iPhone e os Blackberrys da RIM. Sem se querer comprometer com o estabelecimento de uma meta para esta previsão se realizar, sempre foi argumentado que o factor ‘aberto’ é uma vantagem suficientemente forte para ajudar o Android a progredir.
Fonte: The New York Times
Na parte da conversa em que foi abordado acerca dos planos para a plataforma Android, a sua evolução e a possível chegada a Netbooks e Tables, Andy Rubin foi bastante cauteloso. Sem querer se comprometer com datas, o gestor do desenvolvimento do Android não deixou de realçar várias das vantagens da sua plataforma quando comparada com a da Apple.
Um das alavancas que a Apple teima em recusar e que poderá catapultar o Android é o suporte nativo para conteúdos Flash. A partir da versão 2.2, actualmente em desenvolvimento sob o nome de código Froyo (Frozen Yogurt), o Android passará a oferecer suporte completo para o Flash, o que marcará uma nova era no panorama das comunicações móveis.
Uma das limitações dos smartphones actuais é a sua incapacidade de oferecerem uma experiência de navegação na Internet equiparável à obtida nos computadores de secretária muito por culpa da ausência de um verdadeiro Flash player.
No que se refere ao desenvolvimento de aplicações, Rubin voltou a afirmar que a Google está empenhada em manter a plataforma aberta, o que neste caso significa que a equipa de desenvolvimento interna usa as mesmas ferramentas que estão disponíveis para o utilizador comum. Não há funcionalidades secretas que são aproveitadas apenas pelas aplicações oficiais como acontece com a Apple.
A marca da maça foi um dos temas de conversa, muito por culpa de Steve Jobs que recentemente alimentou a polémica em redor da existencial de um loja de aplicações e conteúdos para adultos na plataforma Android. A equiparação do Android a uma pornstore não é de todo lisonjeiro para a Google o que levou o responsável da empresa a comparar a forma como a Apple gere a sua plataforma com a Coreia do Norte. Alegando que o utilizador deve ter pelo menos a possibilidade de escolha, e quando esta lhe é retirada ‘as pessoas começam a ficar preocupadas. Olhem só como funciona a política. Ninguém gostaria de viver num regime como o da Coreia do Norte’.
Regressando ao seu sistema operativo, Rubin diz estar confiante que é uma questão de tempo até o Android ultrapassar o iPhone e os Blackberrys da RIM. Sem se querer comprometer com o estabelecimento de uma meta para esta previsão se realizar, sempre foi argumentado que o factor ‘aberto’ é uma vantagem suficientemente forte para ajudar o Android a progredir.
Fonte: The New York Times
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