Embora tenha sido por motivos diferentes, a HTC e a Blackberry foram dois dos fabricantes de dispositivos móveis que mais quota de mercado perderam nos últimos anos. A primeira teve imensas dificuldades em deixar para trás a imagem banalizada que derivou do excesso de oferta e em afirmar-se como a marca inovadora e vanguardista que sempre foi enquanto que a segunda esteve muito tempo à espera que a sua nova plataforma móvel ficasse pronta para enfrentar o Android, o iOS e o Windows Phone.
Por mérito própria as duas marcas começam a dar sinais de recuperação assegurando lugares de destaque nas tabelas de vendas em vários países. A HTC conseguiu posicionar o HTC One na terceira posição entre os smartphones mais vendidos no mercado americano (logo a seguir ao iPhone 5 e ou Samsung Galaxy S4) e já é uma presença habitual no Top 10 em diversos países.

A Blackberry também já evidencia sinais de inversão da tendência registada nos últimos anos com o modelo Q10 a figurar entre os mais vendidos no Canadá, Médio Oriente ou Inglaterra. O mercado americano continua a ser o que mais resistência tem oferecido ao regresso da companhia canadiana – muito por ‘culpa’ da enorme concorrência que enfrenta – mas já não se encontra em rota descendente. O lançamento do Blackberry Q10 pela operadora móvel AT&T (a maior a operar nos EUA) e o início da comercialização do Blackberry Q5 irão contribuir para este crescimento que se cifrou em 3.5 milhões de unidades vendidas no último trimestre.
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Por mérito própria as duas marcas começam a dar sinais de recuperação assegurando lugares de destaque nas tabelas de vendas em vários países. A HTC conseguiu posicionar o HTC One na terceira posição entre os smartphones mais vendidos no mercado americano (logo a seguir ao iPhone 5 e ou Samsung Galaxy S4) e já é uma presença habitual no Top 10 em diversos países.

A Blackberry também já evidencia sinais de inversão da tendência registada nos últimos anos com o modelo Q10 a figurar entre os mais vendidos no Canadá, Médio Oriente ou Inglaterra. O mercado americano continua a ser o que mais resistência tem oferecido ao regresso da companhia canadiana – muito por ‘culpa’ da enorme concorrência que enfrenta – mas já não se encontra em rota descendente. O lançamento do Blackberry Q10 pela operadora móvel AT&T (a maior a operar nos EUA) e o início da comercialização do Blackberry Q5 irão contribuir para este crescimento que se cifrou em 3.5 milhões de unidades vendidas no último trimestre.
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